Produtos baratos comprados no mercado paralelo podem custar caro

Produtos baratos comprados no mercado paralelo podem custar caro

Produtos baratos comprados no mercado paralelo podem custar caro.

Países onde a economia é oficialmente considerada instável e o poder aquisitivo é irrelevante (baixo), os consumidores se sentem praticamente “obrigados” à comprar seus produtos no mercado paralelo, a fim de, adquirirem itens pelo menor valor possível. Porém, esses produtos comercializados com seus preços “super” baixos no mercado paralelo, podem efetivamente custar muito caro.

Milhares de consumidores desinformados desprezam a ideia de comprar os originais e consequentemente, se transformam em vítimas por optarem em gastar menos (cilada). O comércio de as grandes metrópoles brasileira é muito curriqueiro encontrar lojas que vendem produtos originais e paralelos (falsificados). Contudo, inexiste quaisquer garantia de serviço de assistência pós-venda e/ou certificados de garantia.

O Procon de São Paulo saiu às ruas para realizar uma pesquisa sobre a qualidade dos produtos e serviços prestados pelo mercado paralelo. veja abaixo alguns cases:

  • Case 1 – Larissa Santana (farmacêutica), deixou seu telefone celular com um vendedor estrangeiro para fazer reparações na tela do seu aparelho e o tal vendedor afirmou que faria o serviço completo (trocar tela quebrada por uma original) por R$ 280 + taxa de cartão crédito R$ 40,00 (prática abusiva). O resultado não poderia ter sido diferente! Larissa identificou que a tela estava apresentando um tom alaranjado na tela e após outra queda, a tela se estilhaçou novamente. Ou seja, na assistência técnica autorizada da Samsung, este mesmo tipo de conserto custa por R$ 400. É basicamente o mesmo valor que Larissa pagou no mercado paralelo.
  • Case 2 – Marco Augusto (cinegrafista) foi literalmente enganado ao comprar um relógio digital no mercado paralelo (camelô). Alguns dias após a data da compra, a função touch do aparelho recusou obedecer todos os comandos, datas e horário trocavam sozinhos, as funções internas, como o cronometro e estavam totalmente desreguladas. Marco pagou R$30 por esse objeto e não quis reclamar com o vendedor. Esse mesmo modelo de relógio na Nike está avaliado em aproximadamente R$ 3150,00 + garantia e nota fiscal. Finalmente, Marco realiza que gastou dinheiro indevidamente no mercado paralelo.

O fornecimento de nota fiscal é obrigatório. caso o comércio não entregue esse comprovante, ligue imediatamente para o Procon de sua cidade e denuncie o estabelecimento.

Compartilhar este post:

Envie para um amigo